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Construindo pontes: mensagem da ABRAHSD à comunidade AH/SD




A ABRAHSD, Associação Brasiliense para as Altas Habilidades e Superdotação, vem, por meio de sua presidente, Kelly Barboza, se manifestar junto à comunidade AH/SD de Brasília. Nossa gestão iniciou no ano de 2020, durante o período de pandemia e, mesmo durante este tempo, viemos buscando manter a associação ativa jurídica e contabilmente contando, para sua manutenção, somente com recursos pessoais de seus diretores.


Também promovemos uma série de encontros de pais online, com intuito de realizar trocas de experiências com a comunidade e, também, promovemos, por meio de assessoria parlamentar, a divulgação das necessidades da comunidade junto à parlamentares distritais e federais bem como à Secretaria de Educação do GDF.


Recentemente, fomos procurados por alguns representantes e pais da comunidade que demonstraram interesse em colaborar com a associação para a ampliação de suas atividades, o que nos deixa muito felizes. Celebramos a iniciativa da Frente Parlamentar para a promoção e defesa das Altas Habilidades junto à CLDF, liderada pela Deputada Distrital Paula Belmonte e parabenizamos aqueles envolvidos nessa iniciativa.


Assim como a maioria das pessoas dessa comunidade, somos pais de crianças e jovens com AH/SD e compartilhamos do desafio (e das alegrias) que é tentar promover um ambiente saudável, respeitoso e produtivo para nossos filhos.


Sabemos que a discussão acadêmica, a evolução das políticas públicas e o desenvolvimento das abordagens de acompanhamento e identificação para as crianças e jovens da comunidade AH/SD vem evoluindo com o passar dos anos e acreditamos que é possível, mesmo em meio ao sofrimento de muitas famílias, buscar um lugar comum, que coloque em foco quem realmente importa: as crianças e jovens AH/SD.


A ABRAHSD, por meio de sua diretoria, coaduna-se com a compreensão de superdotação pautada em pesquisas e evidências científicas que fundamentam as práticas de atendimento a esta população. A superdotação não é uma deficiência, nem transtorno e portanto não possui CID (ou Classificação Internacional de Doenças). Entendemos que os desafios específicos (e diversos) dos indivíduos AH/SD não configuram elementos para essa qualificação.

O debate acadêmico, teórico e político será sempre bem-vindo nesta associação, mas nosso posicionamento irá direcionar a forma como atuaremos na defesa e no desenvolvimento de políticas públicas e práticas profissionais.


Contem conosco,


Atenciosamente,


Kelly Barboza

Presidente da ABRAHSD


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